Citroën C4 Cactus chega às lojas nos próximos dias custando entre R$ 68.990 e R$ 98.990

Citroën C4 Cactus chega às lojas nos próximos dias custando entre R$ 68.990 e R$ 98.990

Crossover tem estilo moderno e agrada por proporções compactas Se o mercado de SUVs continua a crescer bastante no Brasil, há razões para apostar em avanços ainda maiores. Entre os de produção nacional, o recém-apresentado Citroën C4 Cactus, que começa a ser vendido esta semana, demonstra que novas tecnologias também ganham relevância nesse segmento.
O modelo, de forma clara, demonstra dupla personalidade. Na Europa tem o mesmo nome, mas lá se apresenta como um hatch sucessor do C4. Por aqui, o visual muda e não se restringe às barras de teto com desenho "flutuante".
Vão livre do solo de nada menos 22,5 cm, além de ângulos de ataque (22 graus) e de saída (32 graus), permitem enfrentar traiçoeiras lombadas, valetas e buracos que infestam cidades e até estradas por todo o país

Seu estilo moderno, mais típico de um crossover, agrada por proporções compactas -- apenas 4,17 m de comprimento que, no entanto, limitam o volume do porta-malas a 320 litros. Por outro lado, 2,60 m de entre-eixos e 1,71 m de largura garantem habitáculo confortável, incluindo bancos dianteiros bem dimensionados e amplo espaço para joelhos nos bancos de trás.
Forro do teto tem leve concavidade dupla (na frente e atrás). Assim, nenhum ocupante raspa a cabeça, embora falte opção de teto solar.
A marca montou um bom pacote de opções de segurança nas versões mais caras: alertas de atenção ao condutor, de saída de faixa, de colisão (detecta veículos e pedestres) e de frenagem automática e seis airbags.
O interior tem detalhes de acabamento interessantes. Mescla materiais agradáveis ao toque, apliques de tecido e plástico preto brilhante. Quadro de instrumentos é digital (idêntico ao do C4 Lounge). Até o volante de base achatada e parte superior levemente reta denota cuidados do projeto. Falta queda amortecida da tampa do porta-luvas.
Dois motores estão disponíveis: 1.6 aspirado, de 118 cv (com câmbio automático de seis marchas) e 122 cv (transmissãoo manual); 1.6 THP (turbo) de 173 cv/etanol (este oferecido apenas com caixa automática).
Esta última versão, aliás, é a mais potente do segmento e muda por completo o temperamento do carro, inclusive por fazê-lo acelerar de 0 a 100 km/h em apenas 7,3 s, acompanhado por um som grave, algo exagerado com o motor em carga.

Fonte: Carros Uol

2018-09-03